Segunda-feira, 25.10.10

Segundo notícia do JN, 'Os jovens entre os 18 e os 24 anos são o grupo etário que conduz mais depressa, que tem o mais elevado índice de sinistralidade rodoviária e cujo maior número de acidentes graves ocorre aos fim-de-semana.' Podem ler o restante aqui.

 

No texto ainda é referido que é necessário "alterar a atitude e o comportamento dos jovens", nomeadamente na velocidade, utilização do telemóvel, influência da fadiga e da sonolência e uso do cinto de segurança no banco de trás. Segundo alguns estudos, as acções de sensibilização para este grupo alvo devem passar pelo contacto direto e entre pares e não através da publicidade institucional.

 

E que tal, além do curso teórico, implementar algumas aulinhas de civismo? Não acredito que isso tivesse um resultado imediato, mas seria benéfico essa consciencialização.



publicado por dina às 15:04 | link do post | comentar

Terça-feira, 23.03.10

Novas regras para quem quer tirar a carta de condução:

 

Notícia do JN

Os candidatos a condutores só vão poder realizar o exame de condução se tiverem percorrido mil quilómetros e completado um mínimo de 32 horas de condução, indica a proposta do novo regime jurídico do ensino da condução.  

Os projectos, a que agência Lusa teve acesso e que se traduzem num decreto-lei e numa portaria, referem que um candidato a condutor à categoria B e subcategoria B1 (automóveis ligeiros e quadriciclos) "só pode ser submetido à prova do exame de condução após ter cumprido, cumulativamente, o número mínimo" de 32 horas de condução e 1000 quilómetros percorridos.

A proposta do novo regime jurídico do ensino da condução, submetida a consulta pública às associações do setor, prevê também que os veículos de instrução tenham um "dispositivo de monitorização das lições de prática de condução, com registo da identificação do candidato a condutor, dia, hora, duração da lição, quilómetros e itinerário percorrido".

Informação que deve ser enviada para "aplicação informática" a que o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) "tenha acesso, no prazo máximo de 48 horas após a realização de cada lição prática, sob pena de não serem contabilizadas as horas de formação e os quilómetros percorridos, para efeitos de submissão à prova prática".

Com o novo regime, o aluno poderá ter as aulas de condução acompanhadas por um "tutor", que tem que estar "devidamente habilitado" e "autorizado" pelo IMTT, tutelado pelo Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.

Para tal, segundo o projecto, o carro só pode transportar "unicamente" o candidato a condutor e o tutor e circular fora das autoestradas. O ensino da condução acompanhado por tutor só pode iniciar-se após a aluno ter, pelo menos, 12 horas de prática de condução e 300 quilómetros percorridos na escola de condução onde está inscrito.

De acordo com a proposta, só pode ser tutor quem tenha a carta de condução há, pelo menos, 10 anos e não tenha sido condenado pela prática de crime rodoviário ou contra ordenação. 

O novo regime jurídico vai possibilitar também o ensino à distância para a teoria, além de criar um novo módulo de segurança rodoviária.

Com uma duração de oito horas e de frequência presencial e obrigatória, as aulas de segurança rodoviária têm como objectivo "o desenvolvimento de comportamentos e atitudes para uma condução segura e responsável".

O novo regime estabelece que as aulas de código só podem ser iniciadas após a conclusão do módulo de segurança rodoviária. 

O projeto de diploma permite o ensino da condução a reclusos nos estabelecimentos prisionais, além de estabelecer novas regras para o curso de formação de instrutores.

As escolas de condução vão poder desenvolver actividades formativas na área da certificação de profissionais dos transportes e da educação, adianta a proposta do novo regime jurídico do ensino da condução, previsto na Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária, aprovada no ano passado pelo Governo.

Com o novo diploma, será estabelecido "o princípio de liberdade de instalação de escolas de condução", deixando de existir a distância mínima de 500 metros.

As associações do sector já enviaram as suas propostas para o IMTT, estando marcada uma reunião para a próxima quarta feira.

______________________________________________________________________

O objectivo destas proposta será diminuir a sinistralidade rodoviária, o que não sei será completamente positivo.

Mas já que estão a querer mudar alguma coisa, que tal incluir umas aulinhas de civismo também?

 



publicado por dina às 12:44 | link do post | comentar

Segunda-feira, 04.01.10

... à extinção da Brigada de Trânsito! E eu a pensar que era porque os condutores não sabiam conduzir ou porque não tinham respeito uns pelos outros...

 



publicado por dina às 13:16 | link do post | comentar

Sábado, 01.08.09

Com o início do mês de Agosto, milhares de carros vão circular nas estradas nacionais. A GNR quer reduzir a sinistralidade rodovária  e socorre-se das novas tecnologias - como as SMS e o Twitter - para fazer chegar a mensagem ao maior número de pessoas. Previsão de 89 mortos  na estrada durante este mês é base do texto que desde ontem está a circular.

Com o início do mês de Agosto e de um dos mais importantes períodos de férias, com o consequente aumento do tráfego rodoviário, a GNR iniciou uma original campanha sensibilização dos automobilistas. Com o recurso às novas tecnologias, os militares da Guarda começaram a enviar, dos seus telemóveis, mensagens escritas onde dão a conhecer as projecções de mortes e feridos graves resultantes de acidentes nas estradas no mês de Agosto. Campanha, informal, que se estende às redes sociais, nomeadamente ao Twitter, para conseguir captar a atenção dos condutores mais jovens.

A mensagem que está a ser enviada pelos militares da GNR procura ser esclarecedora: "Estima-se que em Agosto venham a morrer 89 pessoas nas estradas portuguesas e entre 236 e 292 ficarão gravemente feridas. Não deixe a sua família fazer parte destes números. Conduza com segurança. www.gnr.pt", lê-se na mensagem escrita e nos textos enviados através do Twitter, na conta http://twitter.com/GN Republicana.

Para o porta-voz da GNR, tenente-coronel Pedro Costa Lima, embora as campanhas de sensibilização rodoviária sejam da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) - "e estamos totalmente solidários com elas", frisa - "fruto dos muitos anos de experiência, a GNR sabe que há meses mais complicados". Por isso, fez "um levantamento dos dados dos últimos quatro anos, no sentido de obter uma previsão média do número de mortos e feridos graves que podem ocorrer nas estradas portuguesas em Agosto". O objectivo é claro: reduzir a sinistralidade rodoviária.

As conclusões começaram ontem a circular nos telemóveis e através do Twitter. "É uma divulgação sem custos para a GNR e que procura alcançar o maior número de pessoas", explica Costa Lima, que não esconde que a aposta nas redes sociais "procura sensibilizar os condutores mais jovens e mais atentos às novas tecnologias". O custo das mensagens é suportado pelos militares da GNR, mas "se alguma operadora quiser aproveitar as mensagens para as divulgar seria óptimo".

Os cálculos foram feitos com base nos dados referentes aos meses de Agosto de 2005 a 2009, explica o major Pereira Leal, da GNR, autor do estudo comparativo. "Fiz um cálculo da média de acidentes, vítimas mortais e feridos graves dos últimos quatro anos e um cálculo da variação anual", explica. Pegando nesses valores, o major Pereira Leal recorda que "estes dados são naturalmente estimativas e dependem de muitos factores, nomeadamente da relação entre o condutor e o veículo e da relação entre os diversos condutores".

A estatística oficial das mortes nas estradas em Portugal não contempla os feridos graves que acabam por morrer nos hospitais - a chamada contagem a 30 dias. Só é considera vítima mortal na sequência de acidente de viação quem morre no local do acidente ou no percurso para o hospital. O que será em breve alterado. É que segundo anunciou recentemente a ANSR, o modelo de contabilização dos mortos até 30 dias após os acidentes de viação, deverá começar a ser aplicado a 1 de Janeiro de 2010 (mais informação sobre sinistralidade no Diário da Estrada, página 23).

 

Fonte: DN



publicado por dina às 12:28 | link do post | comentar

Sexta-feira, 20.03.09

Esta é pelo menos a conclusão do relatório anual de Sinistralidade Rodoviária que vai ser apresentado hoje: Em 2008, houve menos acidentes, menos mortos e menos feridos graves nas estradas portuguesas. A maior parte dos acidentes ocorreu dentro das localidades, onde o número de mortos aumentou 7,3 por cento face a 2007.

 

A maioria dos acidentes rodoviários registados no ano passado ocorreu dentro das localidades, tendo o número de mortos aumentado 7,3 por cento face a 2007 nestes acidentes, indica o relatório anual de sinistralidade rodoviária.

Segundo o documento, 71 por cento dos acidentes e 62 por cento dos feridos graves ocorreram dentro das localidades em 2008, enquanto o número de vítimas mortais foi superior fora das localidades (53 por cento).

 



publicado por dina às 13:35 | link do post | comentar

Segunda-feira, 01.09.08


publicado por dina às 13:52 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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